quarta-feira, 31 de maio de 2017

RESENHA: SENTIMENTOS EM APUROS - KAUÊ LENARK.




Hey Cupcakes, como vocês estão? Hoje estou passando aqui para deixar pra vocês uma resenha bem amorosa. Espero que gostem!





LIVRO: Sentimentos Em Apuros.
AUTOR (A): Kauê Lenark.
EDITORA: PenDragon.
PÁGINAS: 162.
SINOPSE: Malu e suas duas melhores amigas são atormentadas por sua arqui-inimiga, Alicia, uma garota que gosta de aproveitar sua popularidade para maltratar os alunos da Williams College Ryan. Ela é a namorada do garoto mais desejado e popular da escola, Brian. Quando se trata de garotos, Malu nunca teve sorte, o mais perto que já chegou foi do amor platônico de Kelvin, um garoto que a persegue e a assusta desde muito nova, sem esconder seus sentimentos. A professora de biologia decide formar duplas para fazer um trabalho escolar, e Malu fica com Brian. Ela considerava que ele era um idiota e que sempre estava por trás das armações da Alicia. No entanto, conhecendo-o melhor, se dá conta que estava completamente errada, e, sem querer, acabou descobrindo um cara puro e romântico, como os dos livros que lia. Malu não imaginava ser atingida por um turbilhão de sentimentos inexplorados e ter sua vida completamente mudada por uma paixão.


“Você sabe exatamente o que dizer // Coisas que me assustam // Eu deveria simplesmente ir embora // Mas eu não posso mover meus pés // Quanto mais te conheço // Mais te quero // Algo dentro de mim mudou...”


Ao iniciar a leitura de “Sentimentos em Apuros” encontramos a adolescente Malu, que com suas duas melhores amigas, vivem em constante guerra com Alicia, a ‘garota má’ do colégio.

Em uma aula normal, Malu é colocada para fazer um trabalho com Brian, que é o namorado de Alicia. Pronta para enfrenta-lo por achá-lo igual à namorada, ela percebe que não precisará de suas armas. Brian é incrível!

Passando por provações gigantes com a arqui-inimiga e auxiliando suas amigas em suas desventuras, Malu vai ficando cada vez mais próxima de Brian. O casal se apaixona. Será essa união cheia de sentimentos em apuros?

Carregado de uma playlist incrivelmente amorosa (em breve um post sobre ela + playlists de outros livros), Kauê encanta os corações dos leitores com a aproximação lenta do casal protagonista.

Malu e Brian são personagens bastante desenvolvidos (assim como todos os outros), e a narrativa de toda a obra é feita pela adolescente que nos conta sua história como se a estivesse escrevendo em um diário (sério, tem até data!).

A obra é cheia de emoções juvenis e me deixou com raiva em muitos momentos, principalmente de Alicia e Jason (irmão de Malu). Ah, um desses momentos foi também uma parte do fim, na qual Malu enfrenta dúvidas gigantes em sua vida e eu tive essa reação com elas: ‘O QUE?!?!’.

A escrita do autor é bem singela e forte, trazendo um típico romance bem divertido. Não me lembro de ter encontrado erro algum, o que é muito bom, pois se houveram a estória estava tão envolvente que não deixava perceber.

Já a diagramação... Aah, nem tem o que falar! Contendo ilustrações muito bem feitas e capítulos numerados e nomeados antecipados por um trecho musical, é impecável.

Eu adorei e já indiquei para muitas amigas. Se estiver pensado em escrever uma continuação com a vida de Malu mais adulta, vou adorar ler, hein Kaue! Demais!

Deixo abaixo, para vocês, a minha seleção de trechos:

“Não tenho mais para onde correr, o amor surgiu quando eu menos esperava.”

“Não adianta fugir do amor, por mais que tentemos, chega uma hora que ele aparece e te domina, contra sua vontade, muda sua cabeça, nos fortalece quando tudo ao nosso redor parece ruir, e faz você encontrar uma coragem dentro de si que nem você sabia que existia.”

“O seu cheiro fica em meu corpo, o seu gosto em minha boca, seu feitiço atinge meu peito com a ternura daquele momento mágico.”


segunda-feira, 29 de maio de 2017

RESENHA: AS CRÔNICAS DO PLANETA ALMA - JAIRO AZEVEDO.



Hoje trouxe para vocês uma resenha de... Outro mundo!




LIVRO: As Crônicas do Planeta Alma.
AUTOR (A): Jairo Azevedo.
EDITORA: Selo Jovem.
PÁGINAS: 200.
SINOPSE: “Assim que a princesa Asan, a esperançosa, nasceu no olho de um furacão bem no meio do Rio da Vida foi levada pelo Mensageiro alado ao País da Bondade que ficava localizado no Leste do Continente dos Sentimentos. O que ela nem os demais moradores do Planeta Alma sabiam é que a Oeste, no País da Maldade, o rei Svartã, o egoísta, buscava meios nada honestos para colocar o Continente dos Conhecimentos contra o País da Bondade. Havia um único propósito nesta busca: despertar a Lenda Antiga. Assim a Deusa SASVATÃ daria as costas aos seus Filhos, as Noites viriam, e finalmente o rei egoísta poderia ser o Senhor Supremo de todo o Planeta Alma.
Seria possível despertar tal Lenda? Com seu possível despertar, SASVATÃ seria capaz de dar as costas aos seus próprios Filhos?”



Em “As Crônicas Do Planeta Alma” somos apresentados a uma realidade um tanto diferente: Um planeta em que os habitantes mais renomados, chamados de Filhos de SASVATÃ (a deusa mão) nascem do Rio da Vida e são imortais, mas também conhecemos as Criaturas Mortais que são os filhos dos reis e rainhas.
                                          

Todo o povo está descontente, pois há eras não nasce um novo filho de SAVATÃ, o que é quebrado com a chegada da Princesa Asan, a esperançosa.  Contudo, muitos problemas ainda estão iminentes, já que o rei Patã (soberano do Continente dos Conhecimentos) foi morto e sua mulher, Sofia, a sábia, é enganada por Svartã (o rei do País da Maldade) que diz que o rei Ignis (do País da Bondade) é o assassino de seu marido.


Uma guerra se inicia. Porém reza uma antiga lenda que conta que se o Planeta Alma entrar em guerra, a deusa SASVATÃ lhe virará as costas. Será isso verdade, ou realmente uma lenda?


Jairo (o autor) conta sua estória aos leitores com uma narrativa surpreendente: como se estivesse contando uma anedota a um amigo antigo.


Essa ficção traz elementos que evidenciam o cotidiano, mas de uma forma mística. Todo o Planeta Alma é dividido entre dois continentes, o dos Conhecimentos e o dos Sentimentos, um ser humano é dividido pela parte que se deixa levar pelo coração e a outra que se apega a razão.


Por sua vez, o Continente dos Sentimentos é dividido pelo País da bondade e o País da maldade, assim como os caminhos que devemos escolher ao decorrer da vida.


Usando dessa temática, o autor infiltrou um pouco de fatos bíblicos na vida de nossos Filhos de SASVATÃ e Criaturas Mortais: SASVATÃ é a deusa maior cheia de amor que criou um mundo e filhos para amar sem nunca desampara-los, mesmo que errem. Se assemelhando assim, um pouco, com Deus, não acham?


Enfim, a trama me envolveu completamente, sendo finalizada em pouco tempo. Admito que, no começo, fiquei um pouco incomodada com o jeito de Jairo escrever, falando diretamente conosco, mas após finalizar a leitura senti falta desse tipo de narrativa nos outros livros!


Somos completamente transportados para os palácios incríveis que foram projetados pela Princesa Zanat, a arquiteta e as flores de fogo colorido já viraram as minhas preferidas. Veja bem, chegaram a roubar o lugar dos lírios roxos!


A diagramação do livro é impecável, sendo a capa muito chamativa e o interior lindo também. A obra possui um prólogo, quarenta e oito capítulos numerados e nomeados, um epílogo e um glossário que não deixa os leitores ficarem um pouco perdidos no meio da estória.


Eu amei demais e já quero o próximo para saber se... Opa, quase escrevo um spoiler! Haha, recomendo muito!


Deixo abaixo, para vocês, a minha seleção de trechos:


Foi então que ela percebeu que ter coragem é também ter esperança que tudo dará certo.”


sábado, 27 de maio de 2017

RESENHA: RESQUÍCIOS DE NÓS MESMOS - SAULO MOREIRA.




Como prometido, trago hoje a resenha de mais uma obra do autor mistério Saulo Moreira. 



LIVRO: Resquícios de Nós Mesmos.
AUTOR (A): Saulo Moreira.
EDITORA: Produção Independente.
PÁGINAS: 246.        
SINOPSE: “A personalidade é formada por traços genéticos, histórico pessoal de convivência e pelas nossas crenças. Como você se sentiria se acordasse em uma cama de hospital, aos dezessete anos de idade, com os pais já falecidos e sem se lembrar nada sobre você mesmo?
Essa é a história do Detetive Sandro, que hoje, aos trinta anos de idade, não tem certeza de quem realmente é ou das pessoas em quem pode confiar.
Nerd e desanimado, passa a maior parte do seu tempo livre jogando no console ou no celular. Inteligente, também gosta de quebra cabeças como sudoku. Seu maior problema é a falta de vontade em se enturmar ou socializar.
Mesmo sendo um excelente profissional, tem que aturar as cobranças exageradas do Delegado José de Arimatéia e a petulância do Detetive Alisson, pra piorar, esses dois são pai e filho.
Ateu e confiante no método científico, terá a rotina e a própria existência abalada ao ter que desvendar um assassinato envolvendo a filha do delegado e, pior ainda, uma das testemunhas jura ter visto uma luz fantasmagórica.”



O livro “Resquícios de Nós Mesmos” conta a estória do detetive Sandro, um detetive policial na casa dos 30 que perdeu a memória aos 17 anos, fato que mudou sua vida. Em um dia de folga ele recebe uma ligação que trará novas descobertas para sua vida: um grupo de adolescentes presenciou um assassinato em uma casa mal-assombrada. Casa essa que foi o palco de seu acidente com perca de memória.


Não bastasse isso, os adolescentes garantem que o assassino é um fantasma, o que leva Sandro a duvidar de suas crenças quando percebe que isso pode ser a realidade.


Enfrentando vários problemas que ligam esse assassinato a seu acidente e colegas de adolescência, o detetive entra em uma busca desesperada pela verdade e pelo garoto que se perdeu quando ele era jovem. Será mesmo um fantasma o protagonista dessa investigação, e se sim, qual sua ligação com Sandro? Descubram lendo!


A estória proposta por Saulo (autor) tem como fundo o mundo sobrenatural, trazendo o mais típico deles: um fantasma. Contudo, seria esse um fantasma do passado, ou um fantasma real do tipo que tem ectoplasma e tudo mais? Quem sabe seria os dois?


O livro é em boa porcentagem narrado somente por Sandro, mas outros personagens também ganham vez dentro da trama, completando-a. Esse quesito foi um detalhe que fez ficar mais real a ligação do leitor com a obra. E que obra!


Dono de uma melhor lapidação do que em sua primeira obra (O Grupo), Resquícios de Nós Mesmos traz novamente um mistério, mas dessa vez está mais ligado ao terror. Cheguei ao clímax do livro no meio de uma madrugada e tenho de dizer que fiquei com os cabelinhos da nuca em pé.


E foi finalizado em uma madrugada por quê? Bem, porque eu estava com aquele pensamento de leitora “só mais um capítulo...”, e a cada capítulo fantasmagórico a estória ficava cada vez melhor, impossibilitando a pausa.


Saulo tem uma escrita super gostosa e fluida que, mesmo trazendo tanto suspense e sendo a causadora de muitas unhas roídas, pede para ser lida cada vez mais.


O livro tem um final muito impactante, já que o personagem principal acaba por conhecer fatos sobre si mesmo e as pessoas ao redor dele que o levam a tomar atitudes drásticas, mas para mim não poderia ser outro. É daqueles que fazem o leitor fica olhando um tempão para o nada. O que para mim são os melhores!


Além de tratar do assunto fantasma, o livro tem também muito dos significados dos sonhos, viagens astrais e outras figuras do sobrenatural. Esses temas estão bem definidos na diagramação e capa da obra, formando um conjunto místico.


Eu recomendo muito, e já estou completamente louca por novas obras do autor!


Deixo abaixo, para vocês, a minha seleção de trechos:


Sempre gostei de ouvir histórias do passado, acredito que ele defina o presente.”



“Palavras são a tradução do que sentimos e emoções são capazes de mudar o mundo.”


“Ele se sentou com o violão no colo. Aquele instrumento representava o maior problema de sua vida. Sandro sempre acreditou que pessoas são fruto do meio, que nossas experiências criam a nossa personalidade. Então como ele poderia saber quem ele era de verdade se não sabia nada de si até os dezessete anos? Não se lembrava dos pais que o criaram e nem do violão que diziam ser sua maior paixão. Quem garantia que aquele garoto que acordou em um quarto de hospital sem saber de nada da própria vida era realmente ele?”




quinta-feira, 25 de maio de 2017

RESENHA: O GRUPO - SAULO MOREIRA.




Oooi pessoal, como estão? Hoje trouxe resenha do livro de um dos novos parceiros, espero que gostem!





LIVRO: O Grupo.
AUTOR (A): Saulo Moreira.
EDITORA: PenDragon.
PÁGINAS: 200.
SINOPSE: Em meio às incertezas da juventude, nove amigos pretendem se reunir para jogar RPG após meses separados. Trabalho, estudo e as demais responsabilidades da vida adulta os impedem de jogar constantemente como faziam outrora.
O Grupo é um excitante suspense policial com fortes traços de terror e traz em si um debate social. Versa sobre família, explora as diferenças que um ambiente bem estruturado pode causar no desenvolvimento dos jovens e as terríveis consequências que um lar em desarmonia pode causar. Fala a respeito de amizade, de como os integrantes de um grupo heterogêneo, com divergentes visões religiosas, diferenças socioeconômicas e de filosofia de vida podem se unir em tordo do que eles têm em comum, o RPG. Busca debater acerca da influência que jogos e o RPG podem exercer sobre a juventude atual.
Tudo isso envolto em uma aura de mistério e suspense onde uma figura encapuzada e mascarada persegue os amigos, e através de um macabro ritual, cobiça expurgar os pecados dos jogadores lavando-os através do sangue.
Sem perceber o perigo que correm, os integrantes continuam jogando e se divertindo como bem entendem, mantendo o comportamento libertino regado a bebidas, sexo, diversão e brigas.
Acompanhem o desenvolvimento macabro de um assassino que se torna cada vez mais cruel e de sangue frio. Tente desvendar o mistério de quem é o manipulador responsável por todo este drama.”



No o livro “O Grupo” nos é apresentado um grupo de amigos jogadores de RPG: Júlio, Rodolfo, Carol, Samuel, Carlos, Sabrina, Eduardo, Riani e Pedro. Como bons amantes do jogo, sempre se encontravam para as sessões.


Mesmo tendo personalidades variadas, todos eles se davam muito bem. Porém, nem tudo são flores e aventuras e a vida dos nove jovens muda repentinamente quando seus companheiros começam, um a um, a aparecer mortos.


Em lugares inusitados e portando os dados e fichas do jogo, a figura encapuzada decide tirar a vida de cada um de forma brutal, os colocando em uma verdadeira missão sanguinária de um jogo de RPG. Quem será o próximo?


Saulo (o autor) me surpreendeu muito com essa sua primeira obra, pois tem tudo do que mais gosto (suspense, assassinatos para solucionar, e muito mistério) em um livro e, ainda por cima, escrito de um modo muito envolvente.


As palavras escolhidas pelo autor não poderiam ser mais apropriadas em cada momento. Mesmo que possua alguns erros que passam despercebidos (às vezes), a escrita detalha intensamente cada cena da trama.


Como aconteceu com o livro Uma Grande Espiã, resenhado há pouco tempo 
aqui no blog, também fui pega nessa história. Só consegui ter uma vaga ideia de quem era o verdadeiro assassino quase no mesmo momento que as personagens. Já estava ficando louca (calma, uma loucura gostosa)!


Falando nelas, todas as personagens são incrivelmente ‘reais’ dentro da estória, tendo problemas, sentimentos e aflições cotidianas como nós, os seres denominados reais verdadeiramente. Nesse quesito, o autor ganhou um milhão de estrelinhas douradas comigo, muitas vezes não vejo tal desenvolvimento gracioso, tanto em personagens primários quanto secundários, em um livro.


Em toda a obra é possível ver grande objetividade de Saulo com os fatos ocorridos e mais ainda quando deixa claro que jogos que são muitas vezes violentos, como alguns RPGs, não transformam as pessoas. Jogos não passam de diversão e fantasia, nada daquilo será real a não ser que você, com uma decisão consciente (ou seja, obviamente não influenciada pelo jogo, mas pelo que deseja em seu íntimo desde sempre), o faça real.


A obra não é nem muito curta e nem muito longa, mas por conta da expectativa que causa ao leitor é crível se querer terminar em poucas horas. Ou não querer terminar. Ainda não me decidi se queria mesmo deixar de fazer parte da ‘vida’ daquele grupo.


Não li a versão física e sim a digital, mas creio que a diagramação deve ser parecida senão igual. Pois bem, essa possui capítulos numerados e a capa é bem parecida com o que se encontra no interior, deixando o ar de mistério ainda mais evidente.


Essa foi a primeira obra que li do autor, mas já engatei em outra e olha, é incrível! Logo logo trarei uma nova resenha de sua segunda obra Resquícios de Nós Mesmos. Indico!


Deixo abaixo, para vocês, a minha seleção de trechos:


“Fazer o quê?! Tem gente que não sabe viver. Dor é subjetivo. Não é qualquer um que segura às pontas.”


“A vida quando acaba, cabe em qualquer lugar. “


"“Não adianta ter dinheiro
e reconhecimento se não se tem paz no coração. Dinheiro não traz felicidade”."


"A morte bate à porta sem se preocupar com nada, ela é a senhora de todos
os destinos, sabe exatamente como tudo acontecerá."

terça-feira, 23 de maio de 2017

RESENHA: MARCAS DA VIDA - NATALIA MORENO.



Quem é que não tem marcas trazidas pela vida, não é?




LIVRO: Marcas da Vida.
AUTOR (A): Natalia Moreno.
EDITORA: Novo Século.
PÁGINAS: 118.
SINOPSE: Marcas da vida conta a história de Lilian, uma atriz no auge da carreira, que vê sua vida ser destruída quando sofre um acidente de carro. Com um contrato cancelado e cheia de contas a pagar, Lilian torna-se professora de teatro. Segue sua vida sem grandes aspirações até que uma aluna nova reacende nela o sonho de ter uma família.
A professora, esperançosa, mas ainda marcada pelas tragédias de sua história, embarca em relacionamento com Marcos, um publicitário bem-sucedido, cercado de prestígio e belas mulheres. Para não desistir da felicidade, Lilian terá de lidar com os seus fantasmas e se enxergar além do que vê no espelho.”

Com “Marcas da Vida” conhecemos Lilian, uma jovem atriz apaixonada pelo trabalho e por seu noivo Heitor. Porém, nem tudo são flores e infelizmente a jovem sofre um acidente de caso no qual Heitor falece. Despedaçada e com os sonhos acabados, Lilian tem que deixar sua novela e encontrar um novo emprego: professora de teatro.


Nessa nossa promissão, seus sonhos de ter uma família voltam com toda força quando ela conhece Ana, uma doce menininha que acredita não ser amada por seu pai. Querendo o bem da garota, ela e Marcos (pai de Ana) resolvem fingir ser namorados ao ver a alegria da pequena ao vê-los conversando.


Contudo, o amor para Lilian é traiçoeiro. Mesmo não querendo admitir, ela acaba por se envolver demais com a família de Ana e quando achava que poderia ser feliz novamente, certos laços antigos atrapalham sua vida. Mais uma vez ela vê seus sonhos escaparem pelos dedos. Será Lilian capaz de suportar isso novamente?


Essa é a primeira obra que leio de Natalia (autora) e foi uma boa experiência. A escrita que traz um típico caso de amor com obstáculos é tão fluida e espontânea que não deixa o livro ser ‘só mais um’ romance normal. A escolha das palavras deixou o livro mais vido!


Curtinho e leve, mesmo trazendo um assunto, que para muitos já é batido, como a perda de um alguém especial, foi devorado por mim em questão de horas, pois quando pensava em parar algo novo aconteci e não deixava.


Apesar de ser pratico ter esse pequeno numero de páginas, gostaria que tivesse algumas a mais, pois senti falta de uma parte mais profunda na relação do casal principal, coisa que não atrapalha na leitura, mas seria bem-vinda.


O escrito aborda também o tema de marcas físicas, já que Lilian – a personagem central – adquire varias cicatrizes no rosto por conta do acidente e isso afeta demais sua vida a fazendo até perder o emprego. Com isso pude observar com mais clareza quantas vezes as pessoas a nossa volta viram a cara para nós ou conhecidos por pequenas (ou grandes) marcas da vida que adquirimos. Uma cicatriz muda seu caráter? Creio que não. Então porque mudaria o do próximo? Pense nisso!


Os temas fortes, que varias vezes são ignorados por nós, citados acima compõem essa obra permeados por momentos de amor e pureza. Pureza, sim. Pureza da paixão. Pureza da saudade. E principalmente, a pureza de Ana, a pequena garotinha que em muitos momentos do livro parece ter mais sabedoria do que muitos adultos de hoje em dia.


A diagramação do livro também possui certa pureza. Seja ela observada em sua capa simples, porém linda ou em suas divisões capitulares que são ornadas com arranjos de flores.


“Marcas da Vida” deve ser lido pelo maior numero de pessoas possíveis, até que todos entendam que amar vale a pena, mesmo que as vezes ele deixe marcas. Recomendo!

Deixo abaixo, para vocês, a minha seleção de trechos:

“Não existiria volta para o que nunca deveria ter começado.”

“Naquele momento, entendeu que o maior amor é aquele dado sem intensão de ser cobrado e que a maior recompensa é quando ele volta para a gente na forma simples de um abraço, de um beijo, de um buque de flores ou de um olhar.”


“Ver a pessoa que você ama morrer na sua frente é uma prova dolorosa de sobrevivência.”









sexta-feira, 19 de maio de 2017

RESENHA: UMA GRANDE ESPIÃ - SAMANTA GALVÃO.




Boa noite pessoal! Como estão? Hoje a resenha é do livro incrível da parceira Samanta Galvão!



LIVRO: Uma Grande Espiã.
AUTOR (A): Samanta Galvão.
EDITORA: Giostri.
PÁGINAS: 114.
SINOPSE: “Ana é uma espiã que é designada por seu superior Jeff para uma grande missão: encontrar um homem misterioso, empreitada para a qual tem designada a companhia de Theodoro, espião muito competente que desperta sua atração.
O dia a dia de Ana em sua arriscada profissão desperta histórias do passado – entre elas, a que envolve o incêndio que vitimou seus pais quando ela tinha somente 15 anos de idade.”


A obra “Uma Grande Espiã” apresenta ao leitor a jovem espiã Ana Carolina Pascoline. A moça está no auge de sua carreira, porém tem a sensação de algo falta em as vida, já que perdeu os pais e não se relaciona com ninguém desde que o cara que ela pensava amar se casou com sua prima.


Sendo uma das melhores espias da ASSB, ela é chamada para encontrar um homem muito poderoso que pode trazer um mal gigante ao mundo. Trabalhando em conjunto com o charmoso espião Theodoro, Ana vê sua vida mudar de cabeça para baixo quando percebe que o caso em que trabalha tem a ver com a morte de seus pais e que, mesmo não admitindo, se apaixonou por seu parceiro.


Mesmo sendo um livro bem curtinho, Samanta (a autora) conseguiu trazer uma trama fascinante envolvendo muito suspense e relações fortes de amor e amizade, coisa que me surpreendeu bastante, me encantando.


No livro temos um mistério, onde existe um ‘espião espionando os espiões’ principais. Tenho que confessar que possuo certa habilidade para desvendar mistérios como esse (me sentindo a Sherlock Holmes aqui), porém meus parceiros tem me pegado ultimamente. Samanta, admito que nem pensei ser quem era!


O enredo do livro flui rapidamente, talvez pela escrita incrivelmente singela utilizada. Consegui ler em poucas horas por não conseguir larga-lo. Fiquei pasma quando terminei, mesmo em pouco tempo consegui me apegar aos personagens, queria mais.


Os personagens são bem construídos e desenvolvidos, já que a narrativa (mesmo sendo em 3° pessoa) se intercala entre eles, trazendo a tona até mesmo os sentimentos de uma personagem secundária: Gabriella, melhor amiga da Ana.


Os detalhes da obra ajudam muito na leitura, pois os personagens acabam se deslocando muito rapidamente e para vários lugares, e com essa parte detalhista conseguimos imaginar cada lugar com perfeição.


Ainda falando dos detalhes, mas dessa vez relacionados à diagramação, para mim estão completamente aprovados. A capa linda foi algo que me cativou logo de cara e o interior se mostrou lindo também, sendo ele em capítulos contínuos, possuindo índice, glossário, e pequenos detalhes na numeração das páginas.


Eu amei o livro e indico muito. Só tenho um pergunta, especialmente para a autora, a fazer: Ana conseguiu voltar a assistir Harry Potter?!


Deixo abaixo, para vocês, a minha seleção de trechos:


“- Não dá. Lágrimas são insuficientes para o que estou sentindo. Por que há tantas mortes em minha vida?”


“A verdadeira dor não é a perda e sim saber que aqueles momentos juntos, cheios de significados, não poderão ser repetidos.”


quarta-feira, 17 de maio de 2017

RESENHA: UM PASSEIO NO JARDIM DA VINGANÇA - DANIEL NONOHAY.




Hey Darlings! Como estão? Hoje trouxe resenha de um livro com muito suspense!



LIVRO: Um Passeio no Jardim da Vingança.
AUTOR (A): Daniel Nonohay.
EDITORA: Novo Século.
PÁGINAS: 301.
SINOPSE: Seja bem-vindo ao nosso futuro!
As grandes cidades convivem com a divisão entre as “zonas vigiadas” e suas periferias. O uso de drogas e medicamentos é disseminado, sendo controlado por laboratórios. Implantes cibernéticos são uma realidade, aumentando capacidades e aptidões, como a de memória, para aqueles que conseguem arcar com os custos. Religiões e grupos terroristas alimentam-se do descontentamento e das diferenças sociais.
Venha acompanhar a história de Ramiro, um advogado que perdeu o prazer de viver. Depois de quase ser morto, tenta retomar a rotina profissional e dar sentido ao que restou da sua vida. Em litígio com os sócios do escritório, parte como caçador em busca de uma vingança que o acabará transformando em caça.
Perseguido, doente e sem recursos, a sobrevivência de Ramiro dependerá da sua capacidade de improvisação, do seu conhecimento de sistemas de dados e das aptidões adquiridas com dois implantes cerebrais, que lhe permitem acesso à “rede” e aumentam a sua memória.
Um Passeio no Jardim da Vingança é um suspense denso, com personagens marcantes e amorais, que dão à narrativa múltiplos pontos de vista e linhas cronológicas, e onde a ficção científica é um pano de fundo para uma história na qual o personagem principal é a natureza humana
.”


Em “Um Passeio no Jardim da Vingança” conhecemos Ramiro, um advogado que perdeu a cor da vida. Em uma audiência, o fórum em que estava sofre um atentado e uma bomba explode muito perto dele. O acidente o leva a ficar meses no hospital e, de certa forma, muda a vida dele.

Quando sai do hospital quer reaver seu cargo no escritório Ventura, fato que deixa todos os sócios nervosos e querendo que ele saia da empresa. Ramiro fica com extrema raiva e deseja se vingar. Indo atrás de cada um dos sócios pela Rede (a Internet do futuro) com a ajuda de seu chip no cérebro, ele descobre um segredo terrível sobre eles.

Com medo de que ele espalhe por toda a Rede esse segredo que colocaria todos atrás das grades, os sócios iniciam uma caçada a ele com o intuito de pegar os dados e matá-lo. Contudo, grandes coisas a favor e contra acontecem com Ramiro, entre elas uma nova Religião. Será Ramiro assassinado, ou os dados serão revelados?

Trazendo uma escrita mais formal, Daniel (autor) nos mostra um cenário diferente, mas não tanto, dos dias de hoje. Pessoas que usam de artifícios exagerados para a beleza, religiões extremistas, lugares onde as drogas são totalmente permitidas e a tecnologia muito aflorada.

Muitas vezes a escrita tem um agressivo gostoso, mostrando a força dos personagens. Já em outros momentos, a agressividade é forte trazendo a violência e o estupro. Momentos esses que deixam o livro ‘mais real’ – infelizmente essa violência é presente em nosso cotidiano.

Claramente uma estória de ficção cientifica, tem o diferencial de ser incrível não somente por ser uma ficção científica, mas sim por seus elementos, personagens e trama detalhadas maravilhosamente.

Em algum momento da obra fiquei um pouquinho confusa com alguns acontecimentos e não queria acreditar neles, mas logo depois levei um banho de compreensão com a segunda parte do livro que me explicou muitas coisas e me deixou de queixo caído com as surpresas.

O livro tem uma diagramação incrível. Separado por ‘dois livros’, com partes nomeadas e capítulos numerados conta com a narração de vários dos personagens.

Eu achei o livro incrível e já quero muito ler novas obras do autor. Recomendo muito!

Deixo abaixo, para vocês, a minha seleção de trechos:

“A vida era assim. Algumas vezes você ganhava. Na maioria das outras, você simplesmente perdia.”

“[...] Acreditava que isso balançava o equilibro entre o temor e o terror. Não havia confiança onde se instaurava o terror. O medo era algo a ser sentido por seus adversários.”






segunda-feira, 15 de maio de 2017

RESENHA: IRACEMA - JOSÉ DE ALENCAR.



Opa, opa cupcakes, como estão? Nessa noite fria trouxe a resenha de um clássico! Espero que gostem!




LIVRO: Iracema.
AUTOR (A): José de Alencar.
EDITORA: Vozes.
PÁGINAS: 198.
SINOPSE: Publicado em 1865, Iracema compõe a tríade indianista de José de Alencar, nosso principal escritor romântico e referência nos estudos de identidade e nacionalismo durante o período romântico. Autor de uma obra vastíssima e marcada pela multiplicidade ideológica e criadora, José de Alencar fez uma perfeita associação entre o artístico-literário e o histórico-político, especialmente em Iracema. Esta obra explora a problemática - sempre aberta - da nossa identidade nacional, dos aspectos que constituem a nossa brasilidade e o nosso ethos enquanto nação.”


“Iracema” discorre sobre um período muito importante para o Brasil: a época em era quase que exclusivamente habitado por índios. Uma virgem dos lábios de mel é a nossa índia guerreira protagonista da história – Iracema.


Em meio a uma vida na mata Iracema conhece Martin, um colonizador português que era amigo de uma tribo indígena rival a sua. Após ‘selarem a paz’, a jovem índia leva o português para sua aldeia, onde ele passa alguns dias nos quais o casal se apaixona.


A paixão, um tanto proibida, os leva a seguir uma vida juntos deixando uma guerra indígena para traz. Contudo, a nação portuguesa nuca saiu totalmente de Martin, assim como a família indígena nunca foi esquecida por Iracema. Esse é um dos motivos que leva o casal guerreiro a se distanciar. Mas, será que o amor forte que tiveram acabou ali, nas saudades do passado, ou estava só adormecido?


Tenho que dizer que esse foi o primeiro livro que li de José de Alencar e já logo comecei com um verdadeiro clássico do romantismo. Pois é, nessa obra é clara a especificação das personagens, ou você é bom, ou é mal. Ou ama, ou não ama. E quando ama, ama fervorosamente. Além de claro, possuir grande riqueza de detalhes.


No início da leitura, mesmo com a conversa que o autor se propõe a ter conosco nos dando algumas notas (o que também ocorre ao final da leitura), fiquei bastante confusa. Não sei se pelo vocábulo bem mais rebuscado, ou pela linguagem indígena que é meticulosamente encaixado na trama. Só sei que muitas vezes mim não entender o que se falava.


Mesmo que já esteja em um ano escolar no qual não se estuda mais o romantismo e sim o modernismo, foram feitas menções ao livro que me ajudaram a entender um pouco mais da vontade do autor de retratar as batalhas indígenas, a colonização do Brasil e claro, idealizar uma índia esplendorosamente linda como nenhuma outra.


Até porque convenhamos se lermos essa obra superficialmente, só terá uma mulher que é infeliz em seu casamento. Uma paixão desesperadoramente doce e diálogos de difícil compreensão. Mas, tente enxergar as mensagens nas entrelinhas e verá a magia do livro!


Não falando mais das palavras e mensagens ocultas de Alencar, entro agora na diagramação já conhecida da parceira Editora Vozes. Com seus costumeiros capítulos numerados, notas de rodapé e comentários finais, não deixa de ser linda. Ainda mais com essa capa super condizente retratando muito bem a natureza expressa no livro.


Sem mais procrastinação digo que gostaria bastante de ler outras obras do autor, contanto que não tenha tamanha complexidade na linguagem!


Deixo abaixo, para vocês, a minha seleção de trechos:


“[...] Se queres dormir, desçam sobre ti os sonhos alegres; se queres falar, teu hospede escuta.”


“- Se a lembrança de Iracema estivesse n’alma do estrangeiro, ela não o deixaria partir. O vento não leva a areia da várzea, quando a areia bebe a água da chuva.”


“Os dois irmãos encostaram a fronte na fronte e o peito no peito, para exprimir que não tinham ambos mais que uma cabeça e um coração.”


“A tarde é a tristeza do sol. [...]”





sábado, 13 de maio de 2017

RESENHA: AMOR IMORTAL - ANA CAROLINA KJ.



Quem aí gosta de um romance sobrenatural? Então segura esse!




LIVRO: Amor Imortal.
AUTOR (A): Ana Carolina KJ.
PÁGINAS: 254.
EDITORA: Novo Conceito.
SINOPSE: “Após a morte de seu pai, Anna Bonnier tenta recuperar um pouco de sua felicidade ao viajar para uma estação de esqui com sua melhor amiga, Loreta. Entretanto, o que era para ser um simples passeio, acaba por se tornar um desafio sobrenatural.
Anna conhece o enigmático Raziel e percebe uma forte conexão que vai além da realidade, sobretudo quando descobre que o sentimento que tem por ele atravessa os séculos.
Aos poucos, a proximidade que constroem juntos traz novos riscos. O relacionamento amoroso que ela sempre desejou pode desaparecer de forma trágica, assim como o homem que abriu seu coração.
Passado, presente e futuro caminham juntos nessa emocionante história de amor e sedução, em que a realidade é capaz de alterar, a qualquer momento, o destino de cada um deles.”


Com “Amor Imortal” conhecemos Anna Bonnier, uma jovem que está em uma viagem com sua amiga Loreta para tentar se distrair, pois seu pai faleceu há pouco tempo. Em meio a badalações, montanhas de gelo e casos românticos (de Loreta), Anna conhece um homem encantador: Raziel.


Anna nem imagina, mas ela e Raziel têm uma relação há muito tempo. Uma relação forte, um amor sem medida. No entanto, essa relação não é apenas humana. Outro problema do casal é a maldição que ronda seu amor, sempre os separando. Seria possível eles serem felizes novamente?


A paixão de Anna e Raziel é tão encantadora que fez parte de apenas um de meus dias, já que não conseguia me separar deles e por isso o livro acabou rapidinho! Fiquei apaixonada!


A estória lembrou-me bastante a saga Fallen (Lauren Kate) e a trilogia O Penhasco (Carine Raposo), que gosto muito. Todos tem a mesma temática, porém Amor Imortal tem seus atrativos especiais e somente seus. Alguns deles são a sensualidade do romance do casal principal e a parte ‘má’ da trama bem mais perto do que, até mesmo os personagens, possam imaginar.


 Com uma escrita fluida e quase que sem erros, Ana (a autora) trouxe o dilema que atravessa gerações - Bem versus Mal, Anjos versus Demônios - com paixão e desejo tamanhos, contudo sem perder o foco.


Digno de ser considerado um romance sobrenatural espetacular, apresenta ao leitor a fé de uma forma bem diferente do convencional: cativando. Outra coisa que é muito bem apresentado são as almas-gêmeas. Para os românticos de plantão e leitores dessa obra é impossível dizer que não existem!


O escrito conta com uma diagramação linda, sendo seus 19 capítulos numerados e possuidores de frases lindas. Também possui orelhas e uma capa bem chamativa que, tenho que confessar, foi um dos motivos para eu querer ler.


Para finalizar digo que quero, com certeza, uma continuação. A curiosidade sobre as próximas missões de Raziel e Anna estão me consumindo! Recomendo muito!


Deixo abaixo, para vocês, a minha seleção de trechos:


“- Eles eram perversos. Mas a justiça é divina. A vingança é traidora, nos leva a um lugar sombrio, sem retorno.”


“[...] O amor me libertou das trevas, trouxe-me paz, fez-me entender o que antes me era incompreensível.”


“- Anna, lembre-se de que a fé é um dom divino, basta procura-la dentro do coração.”



“Até mesmo o mal sabe quando recuar.”