Olá Cupcakes! Hoje eu vim trazer pra vocês a primeira resenha do blog ❤️ Espero que vocês leiam até o fim e gostem! Ah, acompanhem o blog no Intagram. ❤️
O livro é narrado por Jack, irmão e filho de pessoas importantes para o jornalismo da época, mas que por sua vez não faz nada de muito útil. Conta a história da prisão de Hillary Van Wetter, que foi condenado pelo assassinato do xerife da cidade sem provas concretas. Na prisão, Hillary se correspondia com a sedutora Charlotte que faz de tudo para livra-lo de sua condenação com a ajuda de Jack e dois amigos jornalistas : Yardley e Ward (irmão de Jack).
Pois bem, Paperboy (Chamado de Obsessão, no filme de Lee Daniels) foi aclamado pela mídia em demasia. Sua escrita é difícil, detalhista (tanto que chega a cansar em alguns pontos), é regada de personagens superficiais e quando está perto da resolução do problema, acaba postergando a solução, coisa que em alguns escritos causa uma mistério gostoso, mas que aqui empobrece a história. Além do mais, em alguns momentos conta com a linguagem baixa, o que o torna inapropriado para algumas idades. Eu mesma não me sentia confortável as vezes.
Quando tive a oportunidade de escolher entre Paperboy e um outro livro, fiz essa escolha porque a sinopse me chamou muita atenção, prometendo um romance em meio à questões políticas, éticas e um assassinato. Talvez tenha sido uma das minhas escolhas literárias mais ruins.
Logo que comecei a ler o livro me pareceu monótono e acabei demorando dias para lê-lo. Não vou mentir e dizer que odiei do início ao fim, não, lá pela boa metade do livro a coisa começou 'a esquentar' e eu senti que o final seria surpreendente bom, cumprindo a promessa de 'prender o leitor até o fim'. É, pois é. O final foi surpreendente sim... surpreendentemente decepcionante. O livro acaba como se alguém estivesse contando uma história a você e percebesse que não tinha mais tempo para o final esperado, então começa a juntar todas as pontas soltas com qualquer desculpa. Este era um daqueles livros que tinha tudo para ser O LIVRO, mas que não chega nem perto. Sinto muito Pete Dexter, mas estou terrivelmente decepcionada.
Apesar de tudo, há um trecho do qual gostei e que deixarei para vocês abaixo:
"Seres humanos cautelosos não presumem serem capazes de escrever a história de um dia para o outro. Eles sabem sobre os danos que os erros podem causar. Meu pai acreditava que erros sempre poderiam ser corrigidos na edição seguinte."
Pois bem, Paperboy (Chamado de Obsessão, no filme de Lee Daniels) foi aclamado pela mídia em demasia. Sua escrita é difícil, detalhista (tanto que chega a cansar em alguns pontos), é regada de personagens superficiais e quando está perto da resolução do problema, acaba postergando a solução, coisa que em alguns escritos causa uma mistério gostoso, mas que aqui empobrece a história. Além do mais, em alguns momentos conta com a linguagem baixa, o que o torna inapropriado para algumas idades. Eu mesma não me sentia confortável as vezes.
Quando tive a oportunidade de escolher entre Paperboy e um outro livro, fiz essa escolha porque a sinopse me chamou muita atenção, prometendo um romance em meio à questões políticas, éticas e um assassinato. Talvez tenha sido uma das minhas escolhas literárias mais ruins.
Logo que comecei a ler o livro me pareceu monótono e acabei demorando dias para lê-lo. Não vou mentir e dizer que odiei do início ao fim, não, lá pela boa metade do livro a coisa começou 'a esquentar' e eu senti que o final seria surpreendente bom, cumprindo a promessa de 'prender o leitor até o fim'. É, pois é. O final foi surpreendente sim... surpreendentemente decepcionante. O livro acaba como se alguém estivesse contando uma história a você e percebesse que não tinha mais tempo para o final esperado, então começa a juntar todas as pontas soltas com qualquer desculpa. Este era um daqueles livros que tinha tudo para ser O LIVRO, mas que não chega nem perto. Sinto muito Pete Dexter, mas estou terrivelmente decepcionada.
Apesar de tudo, há um trecho do qual gostei e que deixarei para vocês abaixo:
"Seres humanos cautelosos não presumem serem capazes de escrever a história de um dia para o outro. Eles sabem sobre os danos que os erros podem causar. Meu pai acreditava que erros sempre poderiam ser corrigidos na edição seguinte."

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