sábado, 17 de junho de 2017

RESENHA: PHRONUS (A CANÇÃO DA RUÍNA DOS MUNDOS) - LUCAS NANGI.




Cucpcakes, hoje trouxe a resenha de um livro grandão! Espero que gostem!





LIVRO: Phronus (A Canção da Ruína dos Mundos).
AUTOR (A): Lucas Nangi.
EDITORA: Autografia.      
PÁGINAS: 699.
SINOPSE: “"Há poder na canção de uma lenda". Após o fim da Guerra dos Imortais em que Magnus I, o Phronus Celestial, aprisionou o demônio Dushtar, as sombras voltaram a assolar o reino de Talar. Com o retorno do exército do Caos apenas os herdeiros de Magnus teriam a força e a coragem para reunir os povos livres em um último confronto. Porém, a escuridão é mais poderosa do que podem suportar e a devastação encobre seus espíritos em um cenário sem esperança. Entre batalhas fantásticas, magias e sacrifícios, traições e viagens por mundos, vencer as sombras se torna a última missão dos herdeiros os quais deverão provar  que são leais a si mesmos na batalha contra a Ruína dos Mundos.”



“Phronus” conta a história de quatro gerações poderosas. A primeira se inicia com Magnus I, o Phronus Celestial, que é tido como um ser imortal muito poderoso. Magnus I, estando do lado do bem, trava uma guerra gigantesca contra uma mulher-demônio, Dusthar. Phronus Celestial consegue aprisiona-la e segue a vida gerando dois herdeiros: Altair e Algol. Infelizmente é chegada a hora de Magnus I partir, deixando seu reino aos cuidados somente de Algol, pois Altair prefere viajar pelas terras de Talar atrás da escuridão que ronda novamente o reino. Algol se torna o rei Magnus II.


Com o novo reinado, os irmãos descobrem a volta de Dushtar e se unem com outros povos para detê-la. Mas, ela está mais forte do que nunca e mesmo anos de luta não são suficientes para extingui-la. Mesmo assim os dois irmãos seguem a vida, casando-se e gerando herdeiros a espera de uma nova oportunidade.


Os filhos de Magnus II, Arthoron e Orion, e os de Altair, Bento e Paska, são a última esperança para o reino de Brenterra (certa parte de Talar). Contudo, Dushtar também canta a sua canção e joga cartas que influenciarão na vida dos príncipes herdeiros. Uma delas é a inimizade entre Arthoron e Orion, que transforma Orion em rei Magnus III.


Batalhando dentro de si e para o reino, os três príncipes e um rei iniciam a maior e mais duradoura batalha contra a força da escuridão: Dusthar. Serão eles, finalmente, as rosas do deserto que derrotarão o mal, ou será preciso um pouco mais de resistência? A canção terminará para eles, ou para Dushtar?


Lucas Nangi (o autor) reuniu mundos extraordinários, mágicos e guerreiros em suas palavras para trazer ao mundo a história da grande guerra entre Phronus – e seus herdeiros – e Dushtar. E eu, como leitora, posso dizer que fez isso muito bem.


O livro longo, que conta com quatro repartições dentro dele, é inexoravelmente detalhista, e essas divisões ajudam bastante na compreensão da trama, pois com elas é possível se identificar muito melhor dentro do campo de batalha cheio de letras que é Phronus.


É certo que por ter um grande número de páginas e envolver anos de batalha entre as forças da luz e da escuridão, o grande número de personagens é inevitável e todos eles têm seu momento (quase um Guerra dos Tronos, só que um tanto menos ‘sensual’) e senti falta de um glossário no fim, pois em certos momentos fiquei um pouco perdida. Não sei se foi uma opção do próprio autor não colocar, ou se esse foi um dos problemas – já conversados por nós – que enfrentou com a editora. De todo caso, fica a dica Nangi!


Cada palavra escolhida no momento da escrita dessa obra valeu a pena, pois em se tratando de uma guerra tão potente quanto a do livro, acho que todas elas são especiais. Todo o interior sejam as palavras, o tipo de fonte, a pontuação, a divisão capitular nomeada e numerada, o mapa no fim... Tudo tem a sua parte na canção.


E que canção seria essa que já citei várias vezes? Bom, isso só vai entender verdadeiramente quem ler o livro inteirinho. Mas, posso dizer que é algo muito semelhante ao destino. Já se perguntou se a sua voz é ouvida pelo destino ou se ele é controlado por outra coisa que não seja a sua vontade? Pense...


Enfim, essa obra realmente me conquistou e espero ler mais e mais escritos do autor. É sucesso! Recomendo demaaaaaaaaaaais!!!


Deixo abaixo, para vocês, a minha seleção de trechos:


“A vingança tinha o suave sabor de sangue fresco, pensou.”


“- A traição é um grande manto que cobre Brenterra.”


“Ser corajoso não é não ter medo. Isso é atitude dos tolos somente.”


“Escolhas são sempre difíceis quando envolvem sacrifícios.”

3 comentários:

  1. Dia!

    Maravilhoso, muito obrigado pelo apoio! Fico muito feliz por ter apreciado a obra e, em breve, espero ter você como leitora de minhas outras obras!

    Sobre o glossário, fica anotada a dica. Perdão, este erro foi meu mesmo, sequer pensei nisso, é uma ótima ideia. Farei isso caso escreva outros livros dessa magnitude ou, se for possível, em uma outra edição de "Phronus".

    Muito obrigado e sucesso ao blog!

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  2. Ah que ótima resenha! Também estou lendo para resenhar Phronus e estou achando muito legal ^^. O lucas não tinha me falado que eram sobre 4 gerações, aliás ele quase não explica nada com medo de dar spoiler. Se fosse para citar uma frase diria que ele é "mais fechado que traseiro de caranguejo" (é do filme "o escorpião rei" só que o antigo). Você me deu mais vontade de continuar a leitura :D

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  3. Ah! Eu comentei com meu blog antigo, mas se gosta de ler resenha de outros blogs também estou neste aqui: www.aventureirasliterarias.wordpress.com aguardamos sua visita. Beijos da Alê!

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